Aos bajuladores, os cargos

janeiro 13, 2015

Gilberto Kassab implodiu o Democratas – e ganhou o Ministério das Cidades. Cid Gomes, abandonou o PSB de Eduardo Campos para apoiar a reeleição de Dilma – e ganhou o Ministério da Educação.  Pepe Vargas, Miguel Roseto e Aloísio Mercadante são conhecidos em Brasília como os submissos: “os meninos de Dilma”. Mais três ministérios.

A lenda sobre Eike Batista é que não gostava de más notícias, gritava com quem as trazia e distribuía bônus milionários para os diretores que diziam que tudo ia bem. O resultado – no caso dele – é conhecido.

No caso de Dilma, além da inflação e do descontrole do gasto público (que deve ser corrigido este ano – apesar do discurso oficial) a política de premiar os bajuladores tem rendido mais um problema: níveis surreais de bajulação pública, coisas tão estranhas que – se fossem feitas pela oposição – seriam consideradas ofensivas e renderiam discursos revoltados do líder do governo no Congresso.

A imagem abaixo – que já saiu em sites de jornais – é do perfil oficial de Dilma Rousseff no Facebook. É melhor que o trabalho da maior parte dos chargistas brasileiros. Se eu quisesse caricaturar o jeitão estalinista dos cartazes eleitorais e a falta de pudor dos marqueteiros do governo, não conseguiria fazer nada melhor do que isso. É a bajulação levada ao paroxismo.

Para salvar o Brasil dela mesma!

Para salvar o Brasil dela mesma.

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