Homeland Security

junho 15, 2009

As companhias aéreas brasileiras bem poderiam vender bilhetes sem identificação do passageiro. Domingo, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, embarquei num vôo da Gol e, do saguão à aeronave, não me identifiquei uma única vez. Livre de bagagem para despachar, fiz o check-in no auto-atendimento, entrei na área de embarque e subi no avião exibindo nada além do papelzinho cuspido pela máquina. Tudo bem que o Brasil seja o país da paz e do amor, portanto imune ao terrorismo e que tais, mas para que, então, pedir nome e documento do passageiro?

Detalhe: a mocinha posicionada ao lado dos totens de auto-atendimento ainda fez a gentileza de carimbar um “DOCUMENTO CONFERIDO” no meu cartão de embarque. Depois do check-in pelo celular, a Gol inova com a conferência de documentos por raios x.

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