Moscones
Fevereiro 6, 2008
Não consigo evitar. Desde que surgiu a larva deste blog minha mente faz uma associação automática entre moscosos e aspones. A explicação óbvia - sermos de fato aspones - é inverídica. Portanto, precisarei de mais tempo para refletir sobre o tema, em extenuantes sessões de auto-análise.
No ínterim, trago para debate, sem nenhuma razão aparente, dados interessantes publicados pelo Correio Braziliense na última quarta-feira, 30 de janeiro, em matéria revelando que as mulheres ganham mais do que os homens no Distrito Federal:
“A justificativa para o bom resultado das trabalhadoras nas duas unidades da federação, segundo análise de especialistas do ministério, é a forte presença do estado como empregador. Em Brasília, pelos números da Rais, 41,6% dos trabalhadores com carteira assinada estão no serviço público. No Amapá o número é ainda maior, de 43,3%, e mais que o dobro da média nacional, de 21,9%. “A presença do setor público na economia é muito grande nesses locais e os salários mais altos do setor público acabam puxando a média para cima”, justifica o diretor de qualificação do ministério, Ezequiel Nascimento.”
Fevereiro 7, 2008 às 10:58 am
Tem uma maldade estatística nessa matéria. É perfeitamente normal as mulheres ganharem mais que os homens se elas estudarem mais do que a gente. E elas estudam. A escolaridade média das mulheres é maior que a dos homens na maior parte do país.
O estranho é elas não ganharem mais no país todo - estranho e último grande argumento das feministas.
Mas a tendência parece ser a de elas, aos poucos, ganharem espaço e nos ultrapassarem. Onde o critério de seleção é o mérito (concurso), vão nos passar ainda mais rápido.
Fevereiro 7, 2008 às 5:21 pm
Com excessão das lésbicas e das assexuadas, mulher gosta de homem. Isso, por si só, acaba justificando os salários mais baixos. Qualquer um que seja burro o suficiente para preferir se deitar com um macho não pode ser esperto o bastante – merece ganhar menos. O DF e o Amapá devem estar cheios de sapatonas.
Fevereiro 11, 2008 às 8:37 pm
Socorro. Quem é esse Sérgio?
A explicação do cara do ministério me convenceu mais.